O arquifonema /S/ na realidade brasileira: estado da arte (1920-2025)
DOI:
https://doi.org/10.18309/ranpoll.v57.2050Palavras-chave:
arquifonema /S/, fricativa coronal, Variação linguística, coda silábicaResumo
Este artigo apresenta um estado da arte sobre a realização do arquifonema /S/ em coda silábica medial no português brasileiro, com base na análise de 98 trabalhos, datados de 1920 até 2025. A pesquisa bibliográfica foi conduzida nas plataformas Google Acadêmico, SciELO e Portal de Periódicos da CAPES, utilizando descritores específicos para localizar estudos relevantes. Do ponto de vista geográfico, observa-se uma concentração de pesquisas nas regiões Norte e Nordeste, ao passo que outras áreas, especialmente o Centro-Oeste e parte do Sul, permanecem sub-representadas, principalmente em municípios do interior. Foram identificados 55 fatores condicionantes para a palatalização nesse contexto, com forte influência do contexto fonológico seguinte, tonicidade silábica, faixa etária e sexo. A análise também aponta a predominância de metodologias variacionistas clássicas, como o uso do programa Varbrul, com baixo uso de ferramentas estatísticas mais recentes e sofisticadas, como o Rbrul. Por fim, destaca-se como limitação a impossibilidade de acesso a trabalhos não indexados ou indisponíveis nas plataformas utilizadas, o que representa um obstáculo à completude do mapeamento. Os dados evidenciam a complexidade do fenômeno e a necessidade de novas investigações empíricas, sobretudo em regiões ainda pouco descritas, contribuindo para o avanço dos estudos fonológicos e sociolinguísticos no Brasil.
Downloads
Referências
AGUIAR, Bianca Florencio de. O estudo do -S em coda silábica nas cidades de Niterói, Macaé e Barra Mansa. 2010. 240 f. Dissertação (Mestrado em Letras Vernáculas - Língua Portuguesa) – Departamento de Letras Vernáculas, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp134805.pdf. Acesso em: 30 dez. 2023.
ALMEIDA, Fabiana da Silva Campos. Micro Atlas Fonético do Estado do Rio de Janeiro (Micro AFERJ): uma contribuição para o conhecimento dos falares fluminenses. 2008. 163 f. Tese (Doutorado em Letras Vernáculas - Língua Portuguesa) – Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=112540. Acesso em: 17 dez. 2023.
AMARAL, Amadeu. O dialeto caipira. São Paulo: Casa Editora O Livro, 1920. Disponível em: https://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?id=133862. Acesso em: 22 jan. 2024.
BASSI, Alessandra. A palatalização da fricativa em coda silábica no falar florianopolitano e carioca: uma abordagem fonológica e geolinguística. 2011. 192 f. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2011. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/95921. Acesso em: 22 jan. 2024.
BASSI, Alessandra. A realização da fricativa alveolar em coda silábica no português brasileiro e no português europeu: abordagem geolinguística. 2016. 436 f. Tese (Doutorado em Linguística) – Universidade Federal de Santa Catarina/ Universidade de Lisboa, Florianópolis, 2016. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/168088. Acesso em: 12 nov. 2022.
BAZZO, Manoella Gonçalves. O chiado no Araguaia paraense: aspectos sociolinguísticos. 2024. 186 f. Tese (Doutorado em Estudos de Linguagem) – Universidade Federal de Mato Grosso, Instituto de Linguagens, Cuiabá, 2024. Disponível em: https://ri.ufmt.br/handle/1/6617. Acesso em: 10 maio 2026.
BAZZO, Manoella Gonçalves; FERREIRA, Rogério Vicente. Desconstruindo estereótipos sociolinguísticos: a realização do /S/ no Araguaia Paraense. Domínios de Lingu@gem, Uberlândia, v. 19, 2025. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/dominiosdelinguagem/article/view/76802. Acesso em: 10 maio. 2026.
BHAT, D. N. Shankara. A general study of palatalization. In: GREENBERG, Joseph. (ed.). Universals of human language. Stanford: Stanford University Press, 1978. Phonology, v. 2. p. 47-92.
BRANDÃO, Silvia Figueiredo. S em coda de sílaba interna à luz da geo e da sociolinguística. Signum, Londrina, v. 12, n. 1, p. 103-122, jul. 2009. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/signum/article/view/4182/4597. Acesso em: 21 jan. 2024.
BRESCANCINI, Cláudia Regina. A palatalização da fricativa alveolar não-morfêmica em posição de coda no português falado em três: uma abordagem não-linear. 1996. 245 f. Dissertação (Mestrado em Letras/ Linguística) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 1996. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/76446. Acesso em: 22 jan. 2024.
BRESCANCINI, Cláudia Regina. A palatalização em coda em Florianópolis/SC: variáveis sociais. Working Papers em Linguística, Florianópolis, v. 16, n. 1, p. 75-97, jul. 2015. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/workingpapers/article/view/1984-8420.2015v16n1p75. Acesso em: 22 jan. 2024.
BRITO, Roseanny Melo de. Atlas dos Falares do Baixo Amazonas - AFBAM. 2011. 197 f. Dissertação (Mestrado em Sociedade e Cultura no Amazonas) – Instituto de Ciências Humanas e Letras, Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2011. Disponível em: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/2355. Acesso em: 16 dez. 2023.
CALLOU, Dinah. Um perfil da fala carioca. In: RIBEIRO, Silvana Soares Costa; COSTA, Sônia Bastos Borba; CARDOSO, Suzana Alice Marcelino (org.). Dos sons às palavras: nas trilhas da língua portuguesa. Salvador: Edufba, 2009. p. 129-152. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/10.7476/9788523211851.10. Acesso em: 24 jan. 2024.
CARDOSO, Letícia Pinto. Atlas Linguístico dos Falares de Manaus – ALFAMA. 2018. 119 f. Dissertação (Mestrado em Letras) – Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2018. Disponível em: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/6724. Acesso em: 18 jan. 2024.
CAVALCANTE, Lívia Teixeira Canuto; OLIVEIRA, Adélia Augusta Souto de. Métodos de revisão bibliográfica nos estudos científicos. Psicologia em Revista, Belo Horizonte, v. 26, n. 1, p. 83-102, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.5752/P.1678-9563.2020v26n1p82-100. Acesso em: 21 abr. 2026.
CRISTÓFARO-SILVA, Thaís; SEARA, Izabel; SILVA, Adelaide; RAUBER, Andreia Schurt; CANTONI, Maria. Fonética acústica: os sons do português brasileiro. São Paulo: Contexto, 2019. 272 p.
CRUZ, Fabielle Rocha; FERREIRA, Jacques de Lima. Estudos de revisão em Educação: Estado da Arte e Revisão Sistemática. Revista Espaço Pedagógico, Passo Fundo, v. 30, p. 1-15, 2023. Disponível em: https://ojs.upf.br/index.php/rep/article/view/11512. Acesso em: 12 maio 2026.
CRUZ-CARDOSO, Maria Luiza de Carvalho. O Atlas Linguístico do Amazonas – ALAM. In: PAULA, Alessandra de; GOMES, Danielle Kely; SILVEIRA, Eliete Figueira Batista da; VIEIRA, Márcia dos Santos Machado; VIEIRA, Silvia Rodrigues (org.). Uma história de investigações sobre a língua portuguesa: homenagem a Silvia Brandão. São Paulo: Blucher, 2018. p. 141-150. Disponível em: https://openaccess.blucher.com.br/article-details/09-21014. Acesso em: 16 dez. 2023.
FERREIRA, Norma Sandra de Almeida. As pesquisas denominadas “estado da arte”. Educação & Sociedade, Campinas, v. 23, n. 79, p. 257-272, ago. 2002. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0101-73302002000300013. Acesso em: 11 maio 2026.
FIORAVANTI, Carlos. Ora pois, uma língua bem brasileira. Pesquisa Fapesp, São Paulo, v. 4, n. 230, abr. 2015. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/ora-pois-uma-lingua-bem-brasileira/. Acesso em: 11 jul. 2024.
FONOLOGIA.ORG. Fonética Articulatória: Aparelho Fonador: Consoantes. [Porto Alegre]: Fonologia.org, [2026?]. Disponível em: https://fonologia.org/fonetica-articulatoria-aparelho-fonador/#consoantes. Acesso em: 22 jan. 2024.
GOMES, Christina Abreu. Para além dos pacotes estatísticos Varbrul/GoldVarb e Rbrul: qual a concepção de gramática?. Revista do Gelne, Natal, v. 14, n. 1/2, p. 259-272, mar. 2012. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/gelne/article/view/9373. Acesso em: 29 fev. 2024.
GUY, Gregory Riordan; ZILLES, Ana. Sociolinguística quantitativa: instrumental de análise. São Paulo: Parábola, 2007.
HENRIQUE, Pedro Felipe de Lima; AMORIM, André Wesley Dantas de; HORA, Dermeval da. O papel do estilo no uso do /S/ pós-vocálico em uma amostra de recontato. Cadernos de Linguística, Campinas, v. 3, n. 1, p. 1-24, 25 mar. 2022. Disponível em: https://cadernos.abralin.org/index.php/cadernos/article/view/621. Acesso em: 7 jan. 2024.
HORA, Dermeval da. Processo de palatalização das fricativas na língua portuguesa. Revista do Gelne, [S. l. ], v. 1, n. 2, p. 34-36, nov. 1999. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/gelne/article/view/9256. Acesso em: 22 jan. 2024.
HORA, Dermeval da. Teoria fonológica e variação: a fricativa coronal /s/. Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 37, n. 1, p. 199-219, mar. 2002. Disponível em: https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fale/article/view/14167. Acesso em: 22 jan. 2024.
HORA, Dermeval da; BRANDÃO, Silvia Figueiredo. Da geolinguística à sociolinguística variacionista: um panorama da variação fonológica. Revista da Anpoll, Florianópolis, v. 52, p. 42-63, jan./dez. 2021. Disponível em: https://doi.org/10.18309/ranpoll.v52iesp.1584. Acesso em: 24 jan. 2024.
JESUS, Cláudia Santos de. A variação fonética do em tempo real em duas localidades sergipanas: Propriá e Estância. 2014. 164 f. Dissertação (Mestrado em Língua e Cultura) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2014. Disponível em: https://www.oasisbr.ibict.br/vufind/Record/BRCRIS_1f36166de4b1f67e38c817a7800c281d. Acesso em: 24 jan. 2024.
LABOV, William. Principles of linguistic change: internal factors. Malden, Massachusetts: Blackwell Publishers Inc., 1994. v. 1.
LABOV, William. Principles of linguistic change: social factors. Malden, Massachusetts: Blackwell Publishers Inc., 2001. v. 2.
LABOV, William. Padrões sociolinguísticos. Tradução de Marcos Bagno, Maria Marta Pereira Scherre, Caroline Rodrigues Cardoso. São Paulo: Parábola, 2008.
LADEFOGED, Peter; MADDIESON, Ian. The sound’s of the world languages: Fricatives. Cambridge, Massachusetts: Blackwell Publishers, 1996.
LIMA, Jares Gomes. O jogo na comunidade de Caravelas - BA: variação da fricativa coronal pós-vocálica. 2017. 164 f. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Centro de Ciências Humanas e Naturais, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2017. Disponível em: https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/8d0a0176-1aff-475c-95d4-5faed1c2b8e0/content. Acesso em: 27 dez. 2023.
LIMA, Jares Gomes; SCHERRE, Maria Marta Pereira. Restrições linguísticas na palatalização do /s/ pós-vocálico seguido de [t] ou [tʃ] na fala de Carave. Revista da Anpoll, Florianópolis, v. 1, n. 45, p. 30-46, maio/ago. 2018. Disponível em: https://revistadaanpoll.emnuvens.com.br/revista/article/view/1126. Acesso em: 27 dez. 2023.
LOURENÇO, Dayse de Souza; AGUILERA, Vandercy de Andrade. A realização das fricativas alveolares das capitais da região Sudeste: um estudo a partir dos dados do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB). In: SEMINÁRIO DE PESQUISA EM CIÊNCIAS HUMANAS, 8., 2010, Londrina. Anais [...]. Londrina: Eduel, 2010. p. 491-500. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/683347035/Palatalizacao-de-s. Acesso em: 22 jan. 2024.
LUCCHESI, Dante. A realização do /S/ implosivo no português popular de Salvador. In: RIBEIRO, Silvana Soares Costa; COSTA, Sônia Bastos Borba; CARDOSO, Suzana Alice Marcelino (org.). Dos sons às palavras: nas trilhas da língua portuguesa. Salvador: Edufba, 2009. p. 84-109. Disponível em: https://books.scielo.org/id/vr2dr/pdf/ribeiro-9788523211851-06.pdf. Acesso em: 24 jan. 2024.
MAIA, Edson Galvão. Atlas Linguístico do Sul Amazonense (ALSAM). 2018. 845 f. Tese (Doutorado em Linguagem) – Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2018. Disponível em: https://repositorio.uel.br/items/a23bd480-c0a7-429a-b739-b888c271fe5a. Acesso em: 24 jan. 2024.
MAIA, Edson Galvão; MARTINS, Flávia Santos; CRUZ-CARDOSO, Maria Luiza de Carvalho. Reflexões sobre a variação do /S/ em coda silábica no falar amazonense: a hipótese de uma isófona. Sociodialeto, [S. l.], v. 7, n. 20, p. 479-502, nov. 2017. Disponível em: https://periodicosonline.uems.br/index.php/sociodialeto/article/view/7806. Acesso em: 23 jan. 2024.
MARINS, Flávia Santos; MARGOTTI, Felício Wessling. Comportamento fonético-fonológico do /S/ pós-vocálico em Manaus. Revista Investigações, [S. l.], v. 25, n. 2, p. 249-274, jul. 2012. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/INV/article/download/348/293. Acesso em: 22 jan. 2024.
MARROQUIM, Mario. A língua do Nordeste: Alagôas e Pernambuco. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1934. Disponível em: https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/103/1/25%20PDF%20-%20OCR%20-%20RED.pdf. Acesso em: 22 jan. 2024.
MONTEIRO, Renata Conceição Neves. A produção palato-alveolar de /S/ nas vozes do Amapá. 2009. 77 f. Dissertação (Mestrado em Linguística) – Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, 2009. Disponível em: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/tede/6327. Acesso em: 13 nov. 2022.
MOTA, Jacyra Andrade. Consoantes constritivas implosivas e vogais pretônicas no Nordeste. Abralin: Boletim da Associação Brasileira de Linguística, Recife, v. 1, n. 15, p. 233-237, jul. 1994. Disponível em: https://abralin.org/wp-content/uploads/2018/12/boletim15a.pdf. Acesso em: 27 dez. 2023.
MOTA, Jacyra Andrade; JESUS, Cláudia Santos de; EVANGELISTA, Grace Kelly Souza. O em coda silábica em capitais brasileiras: dados do projeto Atlas Linguístico do Brasil (ALiB). Estudos Linguísticos e Literários, Salvador, v. 1, n. 41, p. 189-228, jan./jun. 2010. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/issue/view/1094. Acesso em: 23 jan. 2024.
MOTA, Jacyra; ROLLEMBERG, Vera. Consoantes implosivas: áreas conservadoras no “falar baiano”. Abralin: Boletim da Associação Brasileira de Linguística, Maceió, v. 1, n. 21, p. 428-436, jun. 1997. Disponível em: https://abralin.org/wp-content/uploads/2020/02/Boletim-da-ABRALIN.pdf. Acesso em: 22 jan. 2024.
NASCENTES, Antenor. O linguajar carioca em 1922. Organização de Marcelo Rocha Barros Gonçalves, Roberto Leiser Baronas. Araraquara: Letraria, 2023. Disponível em: https://www.letraria.net/o-linguajar-carioca-em-1922/. Acesso em: 24 jan. 2024.
OUSHIRO, Livia. Tratamento de dados com o R para análise sociolinguísticas. In: FREITAG, Raquel Meister Ko. (org.). Metodologia de coleta e manipulação de dados em sociolinguística. São Paulo: Blucher, 2014. p. 133-176. Disponível em: https://openaccess.blucher.com.br/download-pdf/270. Acesso em: 22 jun. 2021.
PAIVA, Maria da Conceição de. A variável gênero/sexo. In: MOLLICA, Maria Cecilia; BRAGA, Maria Luiza (org.). Introdução à sociolinguística: o tratamento da variação. 4. ed. São Paulo: Contexto, 2012. p. 33-42.
QGIS.ORG. Download QGIS para a sua plataforma. Winterthur: QGIS.ORG, 2026. Disponível em: https://qgis.org/download/. Acesso em: 4 jun. 2026.
RAZKY, Abdelhak. Uma perspectiva geo-sociolinguística para a análise do status da variável em contexto pós-vocálico. Estudos Linguísticos e Literários, Salvador, v. 1, n. 41, p. 169-188, jan./jun. 2010. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/issue/view/1094. Acesso em: 22 jan. 2024.
RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. As línguas gerais sul-americanas. Papia, Brasília, v. 4, n. 2, p. 6-18, jan. 1996. Disponível em: http://etnolinguistica.wdfiles.com/local--files/artigo%3Arodrigues-1996/rodrigues_1996_linguas_gerais.pdf. Acesso em: 28 fev. 2024.
ROMANOWSKI, Joana Paulin; ENS, Romilda Teodora. As pesquisas denominadas do tipo “estado da arte” em educação. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 6, n. 19, p. 37-50, set./dez. 2006. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/24176. Acesso em: 11 maio 2026.
ROTHER, Edna Terezinha. Revisão sistemática x revisão narrativa. Acta Paulista De Enfermagem, [s. l.], v. 20, n. 2, p. v–vi, jun. 2007. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0103-21002007000200001. Acesso em: 11 maio 2026.
SANKOFF, David; TAGLIAMONTE, Sali A.; SMITH, Eric. Goldvarb X: a variable rule application for macintosh and windows. A variable rule application for Macintosh and Windows. 2005. Department of Linguistics, University of Toronto. Disponível em: http://individual.utoronto.ca/tagliamonte/goldvarb.html. Acesso em: 28 fev. 2024.
SANTOS, Gredson dos. O português afro-brasileiro de Helvécia-BA: análise de em coda silábica. 2012. 278 f. Tese (Doutorado em Letras e Linguística) – Instituto de Letras, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2012. Disponível em: https://repositorio.ufba.br/handle/ri/20082. Acesso em: 23 jan. 2024.
SCHERRE, Maria Marta Pereira; MACEDO, Alzira Verthen Tavares de. Variação e mudança: o caso da pronúncia do s pós-vocálico. In: REUNIÃO ANUAL DA ABRALIN, 2., 1989, Campinas. Boletim. Campinas: Abralin, 1991. v. 11, p. 165-180. Disponível em: https://abralin.org/wp-content/uploads/2018/12/boletim11a.pdf. Acesso em: 21 jan. 2024.
SILVA, Greize Alves da. Atlas Linguístico Topodinâmico e Topoestático do Estado do Tocantins (ALITTETO). 2018. 394 f. Tese (Doutorado em Estudos da Linguagem) – Universidade Estadual de Londrina, Londrina, 2018. Disponível em: http://www.bibliotecadigital.uel.br/document/?code=vtls000218332. Acesso em: 21 jan. 2024.
THE R FOUNDATION. The R Project for Statistical Computing. Vienna: The R Foundation, 2026. Disponível em: https://www.R-project.org/. Acesso em: 27 jan. 2024.
TOLEDO, Gabriela Dias; CANTONI, Maria Mendes. Aspiração do /S/ em coda no português brasileiro: uma revisão sociolinguística. Revista Colineares, Mossoró, v. 8, n. 2, p. 21-46, jun. 2021. Disponível em: https://periodicos.apps.uern.br/index.php/RCOL/article/view/3450. Acesso em: 22 jan. 2024.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Revista da Anpoll

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Os trabalhos publicados na Revista da Anpoll são licenciados sob os termos da licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional. Assim, os/as autores/as ou terceiros podem copiar e redistribuir o material licenciado em qualquer suporte ou formato, e remixar, transformar, ou criar a partir do material desde que sejam dados os devidos créditos ao trabalho original. Ressalta-se que a redistribuição, transformação ou criação, de iniciativa de dos/as autores/as ou de terceiros, deve mencionar a precedência de sua publicação neste periódico, citando-se o volume, número e data desta publicação.



