ABahia se Revém: Considerações sobre a Tradução de Finnegans Wake

Vitor Alevato do Amaral

Resumo


Neste artigo, discutimos os desafios de se ler e traduzir Finnegans Wake (1939), de
James Joyce (1882-1941). A primeira parte lida com o apelo do próprio romance para que se
adote um novo paradigma de tradução capaz de torná-la traduzível. A perspectiva de Joyce
sobre a tradução de Finnegans Wake também será explorada. A segunda parte prioriza o
trabalho de quatro tradutores de Finnegans Wake para o português brasileiro: Augusto e
Haroldo de Campos, Donaldo Schüler, Dirce Watrick do Amarante e Caetano Galindo. As
traduções de um curto excerto do texto de Joyce realizada pelos quatro tradutores são objeto
de análise. Suas visões sobre como traduzir a obra de Joyce também são levadas em
consideração.


Palavras-chave


James Joyce; Finnegans Wake; Tradução

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DOI: https://doi.org/10.18309/anp.v1i50.1332

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