O Gender da crônica parisiense: de Delphine de Girardin a Colette

Autores

  • Marie-Eve Thérenty Université de Montpellier

DOI:

https://doi.org/10.18309/anp.v1i38.845

Palavras-chave:

Crônica, Gênero, Poética, Delphine de Girardin, Collete, Chronic, Gender, Poetic

Resumo

Este artigo é dedicado à crônica parisiense, cujos críticos sempre destacaram o “lado feminino”, amparando-se sua na origem, geralmente atribuída a Delphine de Girardin, e, ao mesmo tempo, em sua poética conversacional e mundana. Tal percepção da crônica como gênero feminino levou, por um lado, a uma prática masculina deste tipo de texto sob pseudônimo feminino e, por outro lado, à legitimação de uma série de cronistas mulheres no fim do século. As questões aqui abordadas tratam da investigação sobre a divisão do feminino e do masculino na crônica francesa do século XIX e da primeira metade do século XX, e, de modo mais abrangente, do exame da sexuação dos gêneros jornalísticos. 


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Biografia do Autor

Marie-Eve Thérenty, Université de Montpellier

Doctorat nouveau régime de lettres modernes 

 

Artigo traduzido por Priscila Renata Gimenez

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Publicado

2015-11-28

Como Citar

Thérenty, M.-E. (2015). O Gender da crônica parisiense: de Delphine de Girardin a Colette. Revista Da Anpoll, 1(38), 174–185. https://doi.org/10.18309/anp.v1i38.845

Edição

Seção

II. CRÔNICA. CHRONIQUE. CRÓNICA