Políticas linguísticas em duas universidades brasileiras: um ponto de vista sociodidático

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18309/ranpoll.v57.2116

Palavras-chave:

Política linguística, Sociodidática das línguas, Documentos prescritivos, Interacionismo sociodiscursivo, Plurilinguismo

Resumo

Neste artigo, temos por objetivo apresentar um estudo comparativo de ‘políticas linguísticas’ de duas universidades estaduais brasileiras: UEL e USP, discutindo seus possíveis efeitos e impactos na aprendizagem de línguas dos diferentes atores sociais da universidade. Para atingir nosso objetivo, baseamo-nos no Interacionismo Sociodiscursivo (Bronckart, 1999) e na sociodidática das línguas (Dolz; Tupin, 2011; Rispail, 2017) como uma maneira de compreender os documentos que prescrevem as políticas linguísticas nas universidades e de discuti-las como organizadoras da pluralidade linguística existente nos dois contextos. Os procedimentos metodológicos adotados para realizar nosso estudo partiram da análise dos documentos prescritivos institucionais e do mapeamento dos locais institucionais em que as línguas circulam e são ensinadas. Os resultados mostram um tensionamento entre algumas iniciativas que promovem a pluralidade linguística e outras que apoiam o ensino e promoção do inglês como língua franca.

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Publicado

2026-11-05

Como Citar

Lousada, E. G., da Silva, E. C., & Rocha, S. M. (2026). Políticas linguísticas em duas universidades brasileiras: um ponto de vista sociodidático. Revista Da Anpoll, 57, e2116. https://doi.org/10.18309/ranpoll.v57.2116

Edição

Seção

Dossiê: Políticas linguísticas nas escolas do Sul Global