Currículo de língua(gem), políticas linguísticas e Educação Profissional e Tecnológica: entre microrresistências e projeções para a educação linguística no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.18309/ranpoll.v57.2084Palavras-chave:
Currículo de língua(gem), Políticas Linguísticas, Educação Profissional e Tecnológica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, Educação linguísticaResumo
Este trabalho, de caráter teórico, interpretativo e exploratório, tem como objetivo compreender as intersecções entre o currículo de língua(gem) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) e as políticas linguísticas relativas ao ensino de línguas no Brasil, ancorando-se na análise das práticas docentes de resistência e nas projeções para o ensino de línguas no Brasil. Sendo assim, recorre ao estudo do currículo dos cursos de língua portuguesa, espanhola e inglesa e à análise de narrativas das professoras do Instituto, nominalmente, Professora de Espanhol (PE), Professora de Inglês (PI) e Professora de Português Brasileiro (PB). Tomando por base o diálogo entre as políticas linguísticas, o currículo e o ensino de línguas no Brasil, é possível observar um jogo de (des)continuidades no que diz respeito ao lugar das línguas em nosso país, que assume níveis distintos conforme a modalidade educativa em questão. Neste artigo, enfatiza-se a Educação Profissional e Tecnológica, representada pelo IFBA, cuja constituição impõe desafios à educação linguística no citado Instituto e requer caminhos de superação a serem ressignificados tanto no âmbito curricular quanto no das práticas pedagógicas.
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