“Agora que pus no papel, posso começar a me esquecer”: sujeito, memória e representação nas autobiografias e diários de w. B. Yeats

Maria Rita Drumond Viana

Resumo


Partindo de uma discussão do crescente interesse que as escritas de si têm despertado tanto na crítica quanto no público leitor, o presente artigo foca em aspectos teóricos que distinguem a prática do escritor irlandês W. B. Yeats em dois gêneros de escrita auto/biográfica: a autobiografia propriamente dita e o diário. Propõe-se análise que bebe de fontes teóricas de diversos contextos nacionais para atualizar o público brasileiro acerca das discussões que compõem a fortuna crítica deste importante autor das literaturas anglófonas. Yeats se apresenta como um sujeito exemplar para investigar-se a constituição do sujeito-escritor, as (im)possibilidades da memória e sua representação no espaço da escrita, em função da riqueza de seu acervo, da tradição dos estudos genéticos e biográficos que sempre caracterizaram a crítica yeatsiana e por sua própria preocupação com essas questões, presente em todos os gêneros de sua extensa obra.


Palavras-chave


W. B. Yeats (1865-1939); Autobiografia; Diários; Escritas de si; Estudos Irlandeses

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DOI: https://doi.org/10.18309/anp.v1i43.1058

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